"Corta essa, de querer me impressionar. Coisa boa é Deus quem dá, besteira é a gente que faz!" (Maria Rita)
[E eu só me critico mais...]
Eu sempre fiquei na dúvida do que doía mais: Perder uma grande amizade ou um grande amor? Porque se aprende que, desde que nasce, se deve procurar pelo príncipe encantado, pela metade da laranja, pela pessoa certa, pela alma gêmea, ou seja lá como é chamado. Mas aí a gente descobre, um dia, que ele não vem, que ele não existe. E as amizades também têm dessas... Um pouco de amor no contexto. Ser amigo de alguém envolve confiança, amor e segurança, implica em se apaixonar, também (acreditar no que aquela pessoa representa, em quem ela realmente é). Ter aquele amigo leal e fiel que estará do seu lado quando sua alma gêmea não foi generosa com você, ou quando ferrou sua vida, é bem mais complicado do que achar esse amor.
Assim como dores e alegrias passam, a gente aprende que, igual as fases da vida passam, amizades passam também. Mas a impressão que dá, é que algumas pessoas ficaram rendidas naquele espaço curto de tempo que se chama memória. A sua melhor amiga da pré-escola... Que uma vez, brincando de boneca, brigaram, puxaram o cabelo uma da outra, brigaram e disseram não ficar de bem nunca mais, dez minutos depois se deram os dedinhos e voltaram a brincar (talvez até mais amigas que antes!).
Ou sua melhor amiga do primário, que você jurava ser sua amiga eterna, eram dupla em tudo, inseparáveis, amiga de infância mesmo. As mães deveriam ser amigas também... Faziam planos secretos, mas que depois smepre mudavam ou esqueciam.
Ou sua melhor amiga do ginásio. Aquela que estava lá quando você menstruou, quando vocÊ se apaixonou pela primeira vez, e , pela primeira vez, teve o coração partido (como doeu... Mas a amiga estava lá!). Aquela amiga que, junto com você, se sentia adulta o suficiente pra fazer o que quisesse, afinal já tinha 15 anos (era os novos 18 anos...). Que planejou fugir de casa já que o pai não deixou sair à noite, porque ainda não tinha idade, era apenas uma criança.
Com sorte, muita sorte, sua melhor amiga do ginásio, era sua melhor amiga do colegial. Mas, meio que por acidente, tiveram uma briga sem volta (por conta dos hormônios a flor da pele), ou porque ela achou que você gostava do namorado dela, ou porque ela achou que você era mais magra que ela, ou porque tudo isso aconteceu, e ela achava que a vida dela estava tomando um novo rumo que não incluía você. E depois de alguns anos, ela se arrependeu e resolveu pedir desculpas. Pena que já era tarde demais, porque amizades (assim como nossos amores) são relações que necessitam de esforço para que haja compatibilidade, compreensão. Nesse jogo de amor e amizade, só sentimento não basta. Os dois lados devem ceder e sabê-lo fazer. Amizade ou amor, ou qualquer tipo de relação que ligue a alma de duas pessoas, exige, sem requisitos, que haja convivência, paciência e perseverança.
Aí vem a faculdade... E você encontra seus novos amigos de infância, sem discriminação de sexo - literalmente. É mais adulta e se sente mais adulta também, pois acha que descobriu finalmente o que queria fazer da vida e, em meio a tanta gente nova, toda essa felicidade e onda de segurançaque cega nossos olhos na hora de se enxergar que, na vida, ninguém nunca tem certeza do que vai acabar fazendo com ela.
Faz duas ou três amigas que vai carregar pra sempre. Elas passam junto com você a melhor fase da sua vida, da pobreza universitária, dos amores e doscorações partidos (mas tem aquela que já casou desdea faculdade e sempre dá alguns conselhos), aquelas que passam com você pela fase dos estágios não remunerados, pela correria de não ter tempo pra nada e ter bilhões de coisas pra fazer. Aquelas que estão com você na melhor e na pior fase da sua vida, talvez a mais engraçada, talvez a mais corrida, talvez a pior, mas quem sabe a melhor?
É nessa fase que você tenta manter tudo em manutenção por algum tempo... Com a difícil tarefa de manter à distância várias relações da sua vida.
Eu sei que alguns amores começam por lindas amizades, e alguns amores terminam em amizade... Mas não acredito nisso, isso é só o que eu ouço dizer. Não acredito nesse estatuto que estabelece regras de boa vizinhaça e civilização entre ex-namorados e, muito menos, naquele que estipula que uma amizade entre homem e mulher pode ser completamente imune do fator curiosidade (aquele ao qual todo mundo que já teve um grande amigo do outro sexo, um belo dia, se depara pela frente).
O fato é que só amizade e só amor, sozinhos, não suprem tudo aquilo que nós precisamos. Você pode reclamar da sua melhor amiga pro seu namorado, e xingar o namorado pra sua melhor amiga. Mas, em hipótese alguma, o namorado não pode ousar falar mal de sua melhor amiga, e ua amiga, mesmo no calor da emoção, não pode nunca falar mal de seu namorado.
No final, a nossa vida não muda de rumo e nem para pelos desejos de mais ninguém, além dos nossos próprios. E se a gente, em algum momento, fez a burrada de escolher por ter uma cabeça avoada e um coração cheio de desejos de conhecer o mundo, viver e ter um grande amor e fazer grandes loucuras em nome disso, a gente têm que aceitar que muitas vezes é possível perder quem se deixou pra trás.
Acho que são felizes as pessoas que possuem as cabeças nos lugares, que têm o coração tranquilo, e resolveram amar só quem viam pela frente, e não quem estava fora do alcance.
Talvez é por isso que eu nunca saiba qual é a sensação de estar completa, sem sentir saudades de absolutamente nada e nem ninguém.
1 de julho de 2010
25 de junho de 2010
Ciclo Vicioso
"(...)E dizem que eu só penso em mim, que sou muito centrada, que sou egoísta...
Tem gente que põe meus defeitos em ordem alfabética e faz uma lista, por isso não se justifica tanto privilégio de felicidade!" (Zélia Duncan)
[Eu queria ter o dom da palavra...]
"Até logo". Foi sucinto e, depois de ser breve, coube toda frieza disfarçada em cada sílaba dita, nítida, falada com todas as letras.
Atrás da armadura, era só mais uma alma cansada (exausta, pra falar a verdade), porém, lúcida. Armadura que resistiu até enquanto os ataques não cessaram. Incansáveis, com muito vigor, como se o inimigo alimentasse sua ambição de ódio profuso e, assim, a bela alma, cansada, fatigada, perdia sua força e vitalidade.
Por detrás daquela armadura, um coração resistia e batia, e nele, cabia o mundo.
Foi aí que couberam ternas lembranças de quanto tudo era muito mais simples. As conquistas eram cativadas, largando pelo caminho pedaços de uma inocência meio lúdica.
A cada dia, novos passos, cada dia mais frios e indiferentes. O peso era maior a cada nova caminhada.
E assim, o tempo está passando. Já não assisto mais meu caminhar fulgaz, pois eu só queria uma cama quente e um abraço envolto.
Espera que eu alcanço... Só não fuja nesse passo.
Pois cada palavra dita, não volta, nem segundos, nem minutos nem dias após...
Renunciar o amor só é tão insano quanto renunciar à própria vida. Às vezes uma coisa implica na outra mas, como desde o começo dos amores não sabemos mais onde começamos nós e onde termina o outro, qualquer dessas renúncias envolve muito mais do que o que gostaríamos que envolvesse... E nos desgasta muito mais do que achávamos que desgastasse. E nos exige mais companhia do que achávamos que necessitasse... E nos suga mais energia que achávamos que coubesse ali.
Ameniza meu cansaço. Cerra meus olhos. Olha meus olhos. Fala mais alto.
Era hora de partir... Não devia ter escutado! Não se deve nunca escutar...
Tem gente que põe meus defeitos em ordem alfabética e faz uma lista, por isso não se justifica tanto privilégio de felicidade!" (Zélia Duncan)
[Eu queria ter o dom da palavra...]
"Até logo". Foi sucinto e, depois de ser breve, coube toda frieza disfarçada em cada sílaba dita, nítida, falada com todas as letras.
Atrás da armadura, era só mais uma alma cansada (exausta, pra falar a verdade), porém, lúcida. Armadura que resistiu até enquanto os ataques não cessaram. Incansáveis, com muito vigor, como se o inimigo alimentasse sua ambição de ódio profuso e, assim, a bela alma, cansada, fatigada, perdia sua força e vitalidade.
Por detrás daquela armadura, um coração resistia e batia, e nele, cabia o mundo.
Foi aí que couberam ternas lembranças de quanto tudo era muito mais simples. As conquistas eram cativadas, largando pelo caminho pedaços de uma inocência meio lúdica.
A cada dia, novos passos, cada dia mais frios e indiferentes. O peso era maior a cada nova caminhada.
E assim, o tempo está passando. Já não assisto mais meu caminhar fulgaz, pois eu só queria uma cama quente e um abraço envolto.
Espera que eu alcanço... Só não fuja nesse passo.
Pois cada palavra dita, não volta, nem segundos, nem minutos nem dias após...
Renunciar o amor só é tão insano quanto renunciar à própria vida. Às vezes uma coisa implica na outra mas, como desde o começo dos amores não sabemos mais onde começamos nós e onde termina o outro, qualquer dessas renúncias envolve muito mais do que o que gostaríamos que envolvesse... E nos desgasta muito mais do que achávamos que desgastasse. E nos exige mais companhia do que achávamos que necessitasse... E nos suga mais energia que achávamos que coubesse ali.
Ameniza meu cansaço. Cerra meus olhos. Olha meus olhos. Fala mais alto.
Era hora de partir... Não devia ter escutado! Não se deve nunca escutar...
20 de junho de 2010
Entrelinhas.
"Vai sim, vai ser sempre assim. A sua falta vai me incomodar... E quando eu não aguentar mais, vou chorar baixinho, pra ninguém ouvir. Vai sim, vai ser sempre assim. Um pra cada lado, como você quis... E eu vou me acostumar, quem sabe até gostar de mim(...)"
[Uma descoberta da semana... Luiza Possi]
Espero que coloque pra fora tudo que ficou da altura e do terror, agora... Porque daqui a pouco, já não vai mais resolver.
Daqui pra frente, vai ser a minha verdade antes da sua, o seu choro antes do meu, a minha dor por último sem você de autor, diretor e plateia.
E acho que foi por isso mesmo que as coisas não deram certo... Porque a minha liberdade ofendeu. E ela é minha, ninguém rouba!
Mas o problema foi tudo ser novidade... Porque o problema de toda novidade é que o novo tem validade.
Não importa o quanto o sentimento seja legítimo (E ERA!): se é novo, uma hora fica velho. Com o tempo, cria artrites, os ossos enfraquecem, e como nas pessoas, o coração falha. Às vezes entope, às vezes acelera. Mas tem vezes que para. Hoje eu quis entender porque é que o meu desacelerou. Se era antes capaz de parar o tempo, decretar a paz e jurar estabilidade, hoje negou a si mesmo. Não porque era superficial, nem porque não aguentou o tranco. Sinceramente, eu nem sei bem o por quê. Só sei que hoje eu quis um pouco mais de mim e um pouco menos de você.
A insatisfação, muitas vezes, é o que faz as coisas andarem. E desta vez, ela me faz andar para um lado contrário ao teu.
Por mais que a contraditória aqui seja eu, correndo o risco sim, de parecer volúvel. Mas nunca me entregando à mediocridade que é viver com um coração resignado. Ou de oferecer um amor mais ou menos. Se é vida o que você me propõe, considere a missão cumprida. Quanto mais inexplicável tudo parece, mais eu me sinto viva.
O problema da vida é que a gente insiste em teorizá-la. A gente tenta pegar nossos dias e enfiar num roteiro triunfante. Tudo tem que ter sentido. Todo amor deve ser perfeito enquanto durar, toda amizade uma prova de lealdade. E no meio de tanta perfeição planejada, de repente você sente. Você para e percebe. No meio de tudo, o certo parece ser a contra mão. E você conhece essa vontade, você sabe o que ela faz. Ela vem suja, incomodando, te tirando todas as forças. E você sofre, reluta, tenta até quando suportar... Até que se rende e a coloca pra fora.
Tira de você as teorias e tudo aquilo que os outros esperam. Tira a boa vontade, a maquiagem e a ideia da mulher que faz tudo como os outros querem, a qualquer momento. Lembra que do torto, alguém escreveu linhas certas. E manda a dor embora. Mas hora ou outra, a teoria acaba. E a ação começa. Eu encerro por aqui...
E é perfeito pra recomeçar!
[Uma descoberta da semana... Luiza Possi]
Espero que coloque pra fora tudo que ficou da altura e do terror, agora... Porque daqui a pouco, já não vai mais resolver.
Daqui pra frente, vai ser a minha verdade antes da sua, o seu choro antes do meu, a minha dor por último sem você de autor, diretor e plateia.
E acho que foi por isso mesmo que as coisas não deram certo... Porque a minha liberdade ofendeu. E ela é minha, ninguém rouba!
Mas o problema foi tudo ser novidade... Porque o problema de toda novidade é que o novo tem validade.
Não importa o quanto o sentimento seja legítimo (E ERA!): se é novo, uma hora fica velho. Com o tempo, cria artrites, os ossos enfraquecem, e como nas pessoas, o coração falha. Às vezes entope, às vezes acelera. Mas tem vezes que para. Hoje eu quis entender porque é que o meu desacelerou. Se era antes capaz de parar o tempo, decretar a paz e jurar estabilidade, hoje negou a si mesmo. Não porque era superficial, nem porque não aguentou o tranco. Sinceramente, eu nem sei bem o por quê. Só sei que hoje eu quis um pouco mais de mim e um pouco menos de você.
A insatisfação, muitas vezes, é o que faz as coisas andarem. E desta vez, ela me faz andar para um lado contrário ao teu.
Por mais que a contraditória aqui seja eu, correndo o risco sim, de parecer volúvel. Mas nunca me entregando à mediocridade que é viver com um coração resignado. Ou de oferecer um amor mais ou menos. Se é vida o que você me propõe, considere a missão cumprida. Quanto mais inexplicável tudo parece, mais eu me sinto viva.
O problema da vida é que a gente insiste em teorizá-la. A gente tenta pegar nossos dias e enfiar num roteiro triunfante. Tudo tem que ter sentido. Todo amor deve ser perfeito enquanto durar, toda amizade uma prova de lealdade. E no meio de tanta perfeição planejada, de repente você sente. Você para e percebe. No meio de tudo, o certo parece ser a contra mão. E você conhece essa vontade, você sabe o que ela faz. Ela vem suja, incomodando, te tirando todas as forças. E você sofre, reluta, tenta até quando suportar... Até que se rende e a coloca pra fora.
Tira de você as teorias e tudo aquilo que os outros esperam. Tira a boa vontade, a maquiagem e a ideia da mulher que faz tudo como os outros querem, a qualquer momento. Lembra que do torto, alguém escreveu linhas certas. E manda a dor embora. Mas hora ou outra, a teoria acaba. E a ação começa. Eu encerro por aqui...
E é perfeito pra recomeçar!
24 de maio de 2010
BAND AID!
"Procure-me em qualquer confusão! (...) Adeus você, não venha mais me negacear... Teu choro não me faz desistir! Teu riso não me faz reclinar!(...) Pra que minha vida siga adiante..."
[Hermanos... Sempre Hermanos!]
Você me olhou, e me olhou como quem já me conhecia. Me olhou dos pés até a cabeça, como quem viu algo que possuiu na infância. Fazia tempo que eu não olhava pra você, também. Mas a verdade é que não senti falta, mesmo. Nenhuma. Nada.
Saí dali com uma sensação que me causou estranhamento. Uma sensação de ter voltado ao passado, descobrindo que algumas coisas quando "amargam não voltam a ser doce depois de um período de abstinência". A minha abstinência acabou. Estou livre.
PAssei pelas pessoas, esbarrei nelas, as ruas pareciam se mexer frente aos meus olhos, fui quase atropelada por alguns carros... E, justo naquele momento, meu equilíbrio que foi sempre tão em dia comigo, resolveu falhar.
Esse é o problema de gostar das pessoas. As pessoas magoam umas às outras, partem nosso coração. Pessoas têm passados de histórias de amor que não foram com a gente e, no fundo, a gente sabe que também temos o nosso. E aí me pergunto, até onde vale à pena lutar contra o passado de quem a gente ama ou esconder o nosso próprio passado comprometedor?
Aí me olhou com uma cara conhecida, porque sabia que me conhecia muito bem. Algum segredo, que naquela épocapoderia fazer algum sentido, ou era muito importante, mas que hoje eu nem me lembro mais. Talvez um dia eu até tenha dito estar apaixonada por você, talvez eu até tenha chorado algumas noites (muitas, talvez), porque você me traiu ou porque me deixou. Mas isso é totalmente superável... Memso porquê, a abstinência passou.
Na nossa guerra diária de passados, de outros amores, de foco, de fica,não é a vontade de ganhar de você que me leva pra frente, mas sim a mesma sensação do medo que tive de te perder aquela vez. A qualquer hora... Sem aviso... Para qualquer uma dessas coisas.
E aí o mundo dá suas voltas... A gente supera. A vida segue adiante.
Eu não desisti. Eu mudei. Eu me perdi. Eu voltei. Eu fiz diferente. Eu aprendi. Eu amei. Exigiu mais paciência do que eu poderia esperar, mais companheirismo do que eu podia dar...
Mas a esperança continua lá. A fé no amor ainda existe. E não me parece que vávestir a roupa de covarde para desistir. E quando a luta acabar, eu sei que vai ter ele ali na frente, de peito aberto amando acada detalhe da loucura que, antes era só minha, mas que agora é dele também. O acaso foi amigo na hora de apresentar-nos... Mas é o carinho e a dedicação que explicam que, mesmo com tantos vendavais, a calmaria chega depois de tudo. E coloca isso no esquecimento, de uma ideia boa daquilo que passou.
Porque sem guerra, não há paz... E o coração, agora sim, está em paz!
[Hermanos... Sempre Hermanos!]
Você me olhou, e me olhou como quem já me conhecia. Me olhou dos pés até a cabeça, como quem viu algo que possuiu na infância. Fazia tempo que eu não olhava pra você, também. Mas a verdade é que não senti falta, mesmo. Nenhuma. Nada.
Saí dali com uma sensação que me causou estranhamento. Uma sensação de ter voltado ao passado, descobrindo que algumas coisas quando "amargam não voltam a ser doce depois de um período de abstinência". A minha abstinência acabou. Estou livre.
PAssei pelas pessoas, esbarrei nelas, as ruas pareciam se mexer frente aos meus olhos, fui quase atropelada por alguns carros... E, justo naquele momento, meu equilíbrio que foi sempre tão em dia comigo, resolveu falhar.
Esse é o problema de gostar das pessoas. As pessoas magoam umas às outras, partem nosso coração. Pessoas têm passados de histórias de amor que não foram com a gente e, no fundo, a gente sabe que também temos o nosso. E aí me pergunto, até onde vale à pena lutar contra o passado de quem a gente ama ou esconder o nosso próprio passado comprometedor?
Aí me olhou com uma cara conhecida, porque sabia que me conhecia muito bem. Algum segredo, que naquela épocapoderia fazer algum sentido, ou era muito importante, mas que hoje eu nem me lembro mais. Talvez um dia eu até tenha dito estar apaixonada por você, talvez eu até tenha chorado algumas noites (muitas, talvez), porque você me traiu ou porque me deixou. Mas isso é totalmente superável... Memso porquê, a abstinência passou.
Na nossa guerra diária de passados, de outros amores, de foco, de fica,não é a vontade de ganhar de você que me leva pra frente, mas sim a mesma sensação do medo que tive de te perder aquela vez. A qualquer hora... Sem aviso... Para qualquer uma dessas coisas.
E aí o mundo dá suas voltas... A gente supera. A vida segue adiante.
Eu não desisti. Eu mudei. Eu me perdi. Eu voltei. Eu fiz diferente. Eu aprendi. Eu amei. Exigiu mais paciência do que eu poderia esperar, mais companheirismo do que eu podia dar...
Mas a esperança continua lá. A fé no amor ainda existe. E não me parece que vávestir a roupa de covarde para desistir. E quando a luta acabar, eu sei que vai ter ele ali na frente, de peito aberto amando acada detalhe da loucura que, antes era só minha, mas que agora é dele também. O acaso foi amigo na hora de apresentar-nos... Mas é o carinho e a dedicação que explicam que, mesmo com tantos vendavais, a calmaria chega depois de tudo. E coloca isso no esquecimento, de uma ideia boa daquilo que passou.
Porque sem guerra, não há paz... E o coração, agora sim, está em paz!
23 de abril de 2010
Só hoje!
"Eu quero! Quero muito... Quero agora! Sem demora... O meu desejo ninguém vai roubar!"
[Maria Gadú... Está fazendo parte dos meus dias, ultimamente!]

Será que eu perdi um dia?
O tempo está passando tão rápido por mim. Eu fecho os dedos das mãos, com tanta força, mas com tanta força, mas o tempo continua passando por entre meus dedos... Eu não consigo mais mantê-lo aqui.
A verdade é que sempre nos prestamos ao papel de bobos quando quisemos acreditar nas verdades absolutas que ouvimos quando éramos crianças, sobre lealdade, sobre amizade, sobre justiça, sobre esforço, perseverança. E claro, sobre o amor.
Eu me cobro felicidade todos os dias... Mesmo naquele dia mais cinzento em que acho que realmente deveria continuar na cama, dormindo. Me cobro todos os dias, porque em todos eles eu vejo tanta tristeza real e acho injusto com o mundo ser eu quem sempre está sofrendo de algum mal. O meu mal sou eu mesma!
O que ninguém entende, e não me entendem, é que doer não significa necessariamente, não ser feliz. A melhor coisa do mundo é rir até fazer a barriga doer, até dar cãibra no maxilar. Só que nenhuma dessas sensações anula o outro lado do jogo. Todo mundo é capaz de sorrir e de chorar...
Mas hoje, SOMENTE HOJE, o que eu queria era muito mais simples do que essa dúvida que eu carrego como um fardo, mesmo, às vezes, largando em algum cantinho que eu sempre volto pra buscar.
Hoje, somente hoje, eu queria olhar pra você e voltar a enxergar aquele por quem eu fui capaz, mesmo que rapidamente, de apagar todas as minhas interrogações.
Mas hoje, somente hoje, o meu coração está barulhento... E só por hoje (porque amanhã passa!) entendi que chorar as dores de um coração que dói acompanhado é pior.
O mundo passou tão rápido por mim. A minha cabeça está a milhão. Um dia de 24h ficou curto pra mim...
[Maria Gadú... Está fazendo parte dos meus dias, ultimamente!]

Será que eu perdi um dia?
O tempo está passando tão rápido por mim. Eu fecho os dedos das mãos, com tanta força, mas com tanta força, mas o tempo continua passando por entre meus dedos... Eu não consigo mais mantê-lo aqui.
A verdade é que sempre nos prestamos ao papel de bobos quando quisemos acreditar nas verdades absolutas que ouvimos quando éramos crianças, sobre lealdade, sobre amizade, sobre justiça, sobre esforço, perseverança. E claro, sobre o amor.
Eu me cobro felicidade todos os dias... Mesmo naquele dia mais cinzento em que acho que realmente deveria continuar na cama, dormindo. Me cobro todos os dias, porque em todos eles eu vejo tanta tristeza real e acho injusto com o mundo ser eu quem sempre está sofrendo de algum mal. O meu mal sou eu mesma!
O que ninguém entende, e não me entendem, é que doer não significa necessariamente, não ser feliz. A melhor coisa do mundo é rir até fazer a barriga doer, até dar cãibra no maxilar. Só que nenhuma dessas sensações anula o outro lado do jogo. Todo mundo é capaz de sorrir e de chorar...
Mas hoje, SOMENTE HOJE, o que eu queria era muito mais simples do que essa dúvida que eu carrego como um fardo, mesmo, às vezes, largando em algum cantinho que eu sempre volto pra buscar.
Hoje, somente hoje, eu queria olhar pra você e voltar a enxergar aquele por quem eu fui capaz, mesmo que rapidamente, de apagar todas as minhas interrogações.
Mas hoje, somente hoje, o meu coração está barulhento... E só por hoje (porque amanhã passa!) entendi que chorar as dores de um coração que dói acompanhado é pior.
O mundo passou tão rápido por mim. A minha cabeça está a milhão. Um dia de 24h ficou curto pra mim...
26 de março de 2010
Conclusão
"É uma ideia que existe na cabeça e não tem a menor pretensão de acontecer. Pode até parecer fraqueza, pois que seja fraqueza, então.(...) Se amanhã não for nada disso, caberá só a mim esquecer! O que eu ganho, o que eu perco, ninguém precisa saber!"
[Onda de sorte e otimismo...]
Às vezes a gente muda tanto ao longo do tempo que, quando encontramos um espelho pendurado no meio do nosso caminho, olhamos e vemos que quase não nos reconhecemos mais, quase não sabemos que está te olhando frente a frente.
De repente veio uma onda de otimismo e de tanta sorte, mas tanta sorte que eu fico desacreditada comigo mesma. Mais desacreditada ainda, com a tamanha maturidade que encarei tudo, que encarei a mim mesma nos últimos três anos e nesse meio tempo, mais ainda.
Vai ver que eu precisei ficar mais reclusa comigo mesma, pra poder pensar na minha vida e rever certas atitudes!
Só porque eu decidi mudar atitudes, não quer dizer que mudei minha essência. Não quer dizer que deixei de ser eu mesma, com os mesmos valores ou princípios.
Troquei de sonhos... Descobri novas paixões! Quero vivê-las... Estou de corpo, alma e coração nesse projeto! Mas atualmente sou muito mais razão, do que emoção... Estou colocando a cara a tapa.
Disseram-me que quem pondera, faz besteiras de menos.
É isso mesmo que está acontecendo... Besteiras de menos!
Nessa última semana, me disseram que precisávamos ter paixão por aquilo que fazemos. Que para ser bem feito, a entrega deveria ser por completo.
Quando é verdadeiro, todo mundo percebe. Quando o esforço é verdadeiro, você é reconhecido. Quando você bota seu coração lá, ninguém vai duvidar...
É por isso que as coisas estão acontecendo.
Eu não tenho mais medo de errar. Eu não tenho mais medo de ir devagar e ser cautelosa, eu só tenho medo de ficar parada!
Estou em busca da minha paz e do meu sossego e do meu melhor sorriso.
Mas em meio a essa onda de sorte, é difícil não arrancar um sorriso meu...
Larguei sonhos, conquistei muitos outros. Eu tenho minhas vontades urgentes...
E quanto a gente paga pelos sonhos que deixou?
Só que no final das contas, a culpa não é de toda sua. Ninguém faz nada pra outra pessoa sem que a primeira deixe.
Eu devia deixar você...
"Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma, até quando o corpo pede um pouco mais de alma. Eu sei, a vida não para!" (Lenine)
[Onda de sorte e otimismo...]
Às vezes a gente muda tanto ao longo do tempo que, quando encontramos um espelho pendurado no meio do nosso caminho, olhamos e vemos que quase não nos reconhecemos mais, quase não sabemos que está te olhando frente a frente.
De repente veio uma onda de otimismo e de tanta sorte, mas tanta sorte que eu fico desacreditada comigo mesma. Mais desacreditada ainda, com a tamanha maturidade que encarei tudo, que encarei a mim mesma nos últimos três anos e nesse meio tempo, mais ainda.
Vai ver que eu precisei ficar mais reclusa comigo mesma, pra poder pensar na minha vida e rever certas atitudes!
Só porque eu decidi mudar atitudes, não quer dizer que mudei minha essência. Não quer dizer que deixei de ser eu mesma, com os mesmos valores ou princípios.
Troquei de sonhos... Descobri novas paixões! Quero vivê-las... Estou de corpo, alma e coração nesse projeto! Mas atualmente sou muito mais razão, do que emoção... Estou colocando a cara a tapa.
Disseram-me que quem pondera, faz besteiras de menos.
É isso mesmo que está acontecendo... Besteiras de menos!
Nessa última semana, me disseram que precisávamos ter paixão por aquilo que fazemos. Que para ser bem feito, a entrega deveria ser por completo.
Quando é verdadeiro, todo mundo percebe. Quando o esforço é verdadeiro, você é reconhecido. Quando você bota seu coração lá, ninguém vai duvidar...
É por isso que as coisas estão acontecendo.
Eu não tenho mais medo de errar. Eu não tenho mais medo de ir devagar e ser cautelosa, eu só tenho medo de ficar parada!
Estou em busca da minha paz e do meu sossego e do meu melhor sorriso.
Mas em meio a essa onda de sorte, é difícil não arrancar um sorriso meu...
Larguei sonhos, conquistei muitos outros. Eu tenho minhas vontades urgentes...
E quanto a gente paga pelos sonhos que deixou?
Só que no final das contas, a culpa não é de toda sua. Ninguém faz nada pra outra pessoa sem que a primeira deixe.
Eu devia deixar você...
"Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma, até quando o corpo pede um pouco mais de alma. Eu sei, a vida não para!" (Lenine)
6 de março de 2010
É preciso paixão!
"Ninguém vai saber de nada... E eu sei! Pelo envolvimento, pelo sentimento, pelo coração!"
[Lenine... Tudo por acaso! Acaso mesmo...]
"Põe quanto tu és no mínimo que fazes."
(Fernando Pessoa)
Li essa frase esses dias... E não é que significa tudo que eu acho certo?!
Eu acho que quem coloca tudo que é, em tudo que faz, realmente merece ser feliz! Porque não tem fingimento... É tudo aquilo, é só aquilo... Nada mais! Verdade nua e crua... E não é preciso mais nada!
É assim que realizamos sonhos, alançamos objetivos e somos reconhecidos. Sem passar por cima de ninguém. Sem apressar o processo... Saber esperar, saber aproveitar as oportunidades! No momento certo, virá... Nada de destino. Acho que somos nós que plantamos aquilo que colhemos.
Hoje acredito nisso, mais do que qualquer parte da minha vida... E isso me deixa aliviada. Estou sendo correta e verdadeira com meus sentimentos, com aquilo que acredito e com meus princípios e convicções.
Eu não preciso provar nada pra ninguém... Eu não preciso que me provem nada. Sou só eu!
Ninguém nunca me disse que seria fácil ser gente grande! Mesmo quando me perguntaram a pergunta de praxe "O que você quer ser quando crescer?".
Mas agora tudo está vazio...
Todo o a redor, o meio, o fim, o começo, o certo, o meu o dele, o errado, o nosso, o de ninguém, o que nem mesmo sei se quero.
Eu estou vazia...
Não há certezas, não há dúvidas, não há medos, não seguranças, nem inseguranças e não há dores! Há apenas uma coisa... Otimismo!
A partir daí... RECOMEÇO!
O único problema, é que estava tentado achar a graça da vida em tudo. Mas estava muito errada. Pra mim, tudo tinha que ter um propósito pra ser/acontecer. Tudo tinha que levar à felicidade. Mas não... Eu estava errada! E eu percebi isso... Foi então que escolhi pela minha paz.
Foi então que decidi não buscar apenas a risada, apeas o sorrisos. Decidi buscar os desafios... Aqueles que fazem a gente tremer, aqueles que tiram as nossas boas noites de sono, aqueles que dão aquele friozinho na barriga. Por isso tuo, não valia a pena buscar só os sorrisos...
E isso só me fez entender o que o mundo todo sempre tentou explicar: "Que sem a guerra, não há paz!"
Estou sendo feliz...
[Lenine... Tudo por acaso! Acaso mesmo...]
"Põe quanto tu és no mínimo que fazes."
(Fernando Pessoa)
Li essa frase esses dias... E não é que significa tudo que eu acho certo?!
Eu acho que quem coloca tudo que é, em tudo que faz, realmente merece ser feliz! Porque não tem fingimento... É tudo aquilo, é só aquilo... Nada mais! Verdade nua e crua... E não é preciso mais nada!
É assim que realizamos sonhos, alançamos objetivos e somos reconhecidos. Sem passar por cima de ninguém. Sem apressar o processo... Saber esperar, saber aproveitar as oportunidades! No momento certo, virá... Nada de destino. Acho que somos nós que plantamos aquilo que colhemos.
Hoje acredito nisso, mais do que qualquer parte da minha vida... E isso me deixa aliviada. Estou sendo correta e verdadeira com meus sentimentos, com aquilo que acredito e com meus princípios e convicções.
Eu não preciso provar nada pra ninguém... Eu não preciso que me provem nada. Sou só eu!
Ninguém nunca me disse que seria fácil ser gente grande! Mesmo quando me perguntaram a pergunta de praxe "O que você quer ser quando crescer?".
Mas agora tudo está vazio...
Todo o a redor, o meio, o fim, o começo, o certo, o meu o dele, o errado, o nosso, o de ninguém, o que nem mesmo sei se quero.
Eu estou vazia...
Não há certezas, não há dúvidas, não há medos, não seguranças, nem inseguranças e não há dores! Há apenas uma coisa... Otimismo!
A partir daí... RECOMEÇO!
O único problema, é que estava tentado achar a graça da vida em tudo. Mas estava muito errada. Pra mim, tudo tinha que ter um propósito pra ser/acontecer. Tudo tinha que levar à felicidade. Mas não... Eu estava errada! E eu percebi isso... Foi então que escolhi pela minha paz.
Foi então que decidi não buscar apenas a risada, apeas o sorrisos. Decidi buscar os desafios... Aqueles que fazem a gente tremer, aqueles que tiram as nossas boas noites de sono, aqueles que dão aquele friozinho na barriga. Por isso tuo, não valia a pena buscar só os sorrisos...
E isso só me fez entender o que o mundo todo sempre tentou explicar: "Que sem a guerra, não há paz!"
Estou sendo feliz...
19 de fevereiro de 2010
E se eu me interessei por alguém?!
"(...)É que um carinho, às vezes, cai bem. Eu tenho meus desejos e planos secretos, só abro pra você mais ninguém! Por que você me esquece e some? E se eu me interessar por alguém? E se ele, de repente, me ganha?"
[Pra resumir alguns acontecimentos...]
Continuamos procurando por pessoas que dizem que nos amam, apesar de não demonstrarem isso coma frequência com que gostaríamos. Continuamos acreditando mais nas palavras que facilitam nossos ouvidos, do que nos atos que nos tornam verdade.
O ser humano é engraçado, mesmo. Sabe que está sendo enganado, mas prefere enganar-se também.
Temos que aprender que o amor não chega com hora marcada. Não tem dia exato. Ele pode vir num domingo à noite, num lugar inusitado, com um olhar meio tranquilo demais, mas pode vir a ser o olhar que vai fazer seus sentimentos tontos entrarem em conflito, desacostumados a tanta alegria.
Engraçado como essas coisas que não queremos admitir, funcionam na prática. Fácil é perceber que podemos ser felizes com coisas muito mais simples do que um buquê de flores e um jantar à dois. Fácil perceber que perdemos um tempo precioso com BOBAGENS que limitam nossas experiências de vida e nos tornam tão repetitivos. Fácil perceber que nossa felicidade depende muito mias das nossas atitudes e princípios do que a dos outros. Difícil parar com a eterna posição de vítima, e entender que só vamos ser felizes , quando nós mesmos nos permitirmos chegar à essa posição.
Eu resolvi colocar um ponto final na situação que me incomodava. Não choro por você ter ido embora, não choro por ter sido traída nos meus sentimentos. Choro, pelo sentimento da minha própria conquista. Aquela que conseguiu superar você. E hoje falo isso de verdade, de coração aberto... Livre. Isso, eu percebi agora. Antes tarde, do que nunca. Precisei de cinco anos... Mas acabou!
Idealizar é sofrer. Amar é surpreender!
(Martha Medeiros)
Acho que, às vezes, posso até ser meio louca, exagerada, mas gosto de ver feliz quem está do meu lado. Eu posso errar muitas vezes, porque errar é humano, mas estou sendo sempre honesta com meus sentimentos, e ser uma pessoa verdadeira.
Reconheci isso tudo porque andei revendo meus conceitos e meus princípios. Revendo atitudes... Mas nunca perdendo a minha personalidade e nunca deixando de ser quem sempre fui...
Limpar a alma, analisar cada detalhe e fazer uma faxina interior faz parte... Ajuda a crescer. Faz-nos ser mais forte.
Agora, limpa, estou de coração aberto. Com cicatrizes, mas pronta pra passar por tudo de novo, desejando que dessa vez seja diferente.
De coração aberto, braços, olhos e peito aberto disposta a tudo. Disposta a amar de novo... Disposta a deixar as coisas acontecerem naturalmente, como sempre deveriam ter acontecido e eu não permiti.
Parar com tantos questionamentos, e fazer aquilo que tenho vontade e não me preocupar com o que os outros poderiam pensar de mim.
O lema agora, é sorrir... Talvez como nunca antes. Sorrir pela nova decisão, sorrir pela nova conquista.
E eu vi tudo mudar. Bastou alguns dias pra eu descobrir isso...
Porque eu revelei coisas que precisaria de muita coragem pra falar, e não. Não precisei.
Bastou um sorriso pra que eu acreditasse que fosse verdadeiro. E foi...
Agora, eu quero abraçar o mundo...
[Pra resumir alguns acontecimentos...]
Continuamos procurando por pessoas que dizem que nos amam, apesar de não demonstrarem isso coma frequência com que gostaríamos. Continuamos acreditando mais nas palavras que facilitam nossos ouvidos, do que nos atos que nos tornam verdade.
O ser humano é engraçado, mesmo. Sabe que está sendo enganado, mas prefere enganar-se também.
Temos que aprender que o amor não chega com hora marcada. Não tem dia exato. Ele pode vir num domingo à noite, num lugar inusitado, com um olhar meio tranquilo demais, mas pode vir a ser o olhar que vai fazer seus sentimentos tontos entrarem em conflito, desacostumados a tanta alegria.
Engraçado como essas coisas que não queremos admitir, funcionam na prática. Fácil é perceber que podemos ser felizes com coisas muito mais simples do que um buquê de flores e um jantar à dois. Fácil perceber que perdemos um tempo precioso com BOBAGENS que limitam nossas experiências de vida e nos tornam tão repetitivos. Fácil perceber que nossa felicidade depende muito mias das nossas atitudes e princípios do que a dos outros. Difícil parar com a eterna posição de vítima, e entender que só vamos ser felizes , quando nós mesmos nos permitirmos chegar à essa posição.
Eu resolvi colocar um ponto final na situação que me incomodava. Não choro por você ter ido embora, não choro por ter sido traída nos meus sentimentos. Choro, pelo sentimento da minha própria conquista. Aquela que conseguiu superar você. E hoje falo isso de verdade, de coração aberto... Livre. Isso, eu percebi agora. Antes tarde, do que nunca. Precisei de cinco anos... Mas acabou!
Idealizar é sofrer. Amar é surpreender!
(Martha Medeiros)
Acho que, às vezes, posso até ser meio louca, exagerada, mas gosto de ver feliz quem está do meu lado. Eu posso errar muitas vezes, porque errar é humano, mas estou sendo sempre honesta com meus sentimentos, e ser uma pessoa verdadeira.
Reconheci isso tudo porque andei revendo meus conceitos e meus princípios. Revendo atitudes... Mas nunca perdendo a minha personalidade e nunca deixando de ser quem sempre fui...
Limpar a alma, analisar cada detalhe e fazer uma faxina interior faz parte... Ajuda a crescer. Faz-nos ser mais forte.
Agora, limpa, estou de coração aberto. Com cicatrizes, mas pronta pra passar por tudo de novo, desejando que dessa vez seja diferente.
De coração aberto, braços, olhos e peito aberto disposta a tudo. Disposta a amar de novo... Disposta a deixar as coisas acontecerem naturalmente, como sempre deveriam ter acontecido e eu não permiti.
Parar com tantos questionamentos, e fazer aquilo que tenho vontade e não me preocupar com o que os outros poderiam pensar de mim.
O lema agora, é sorrir... Talvez como nunca antes. Sorrir pela nova decisão, sorrir pela nova conquista.
E eu vi tudo mudar. Bastou alguns dias pra eu descobrir isso...
Porque eu revelei coisas que precisaria de muita coragem pra falar, e não. Não precisei.
Bastou um sorriso pra que eu acreditasse que fosse verdadeiro. E foi...
Agora, eu quero abraçar o mundo...
22 de janeiro de 2010
Out of Reach!
"(...)Out of reach, so far... You never gave your heart! In my reach I can see, there's a life out there for me!"
[Só porque chorei novamente ao assistir "O Diário de Bridget Jones"]
Tem dias em que eu acordo, olho para mim mesma e tenho a incrível sensação de estar perdida na minha própria insanidade, aquela que eu enxergo mas que nunca consigo controlar.
Quando eu te conheci, você fazia parte das melhores horas do meu dia. Eu largava o que quer que fosse, esquecia hora, esquecia compromisso, me arrumava com pressa, ignorava o telefone, porque a única coisa que me importava quando eu conheci você, era que você, em algum momento, pudesse me alcançar.
Mas o mundo deu tantas voltas engraçadas desde o acontecido, e eu não dei risada de quase nada. Fiquei encontrando defeitos em tudo do passado, para ver se no futuro melhorava. Isso vinha de dentro de mim, mas não era meu.
Parecia-me que existia algo mais forte que eu e que o meu senso de certo ou errado, que me fez procurar diferentes maneiras nas quais eu não via nada errado, só pra provar para mim mesma que eu poderia e ainda saberia viver sem você, caso eu quisesse.
Porque, mesmo que aquilo parecesse mais um segredo nosso, todo mundo sabia que meu coração era seu. Todos sabiam que eu estava apaixonada. Porque a paixão não é nada silenciosa, não sabe falar baixo, querer devagar, gostar de pouquinho em pouquinho. A paixão era surda, cega e doida – porque foi a primeira -, tanto que me levou pra um mundo que a única referência era você.
Naquela época, eu esqueci que sonhos e desejos só são bons, quando continuam nesse status de sonho e desejo. Descobri que sonhos não duram para sempre, porque quando um se realiza, a gente já sonhou mais três vezes depois do último.
Eu fiz tanta besteira, já.
O que acontece quando a gente ama mais alguém além da gente mesmo?! E isso deu medo porque, por mais seguro que parecesse na época, apareceu aquela sensação de ter perdido muita coisa, de ter desperdiçado tempo, tanto detalhe e, no fundo, dá um puta medo de não superar mais isso.
Mas hoje é tão diferente. Foi lá que eu me dei conta... Mas e o meu amor? Não aquele que fiz ser meu, mas o meu mesmo, por mim? Parece que virei adulta demais pra acreditar no meu amor inabalável por mim porque agora eu vejo com olhos mais críticos as burradas que eu mesma faço e, ao invés de gostar mais de mim, eu só me julgo.
No final das contas, quando se tem tudo, acaba-se ficando meio que sem nada.
E o que eu não percebi lá – e agora me arrependo – é que alguém sem sonhos, é alguém que já morreu. Que alguém que já tem tudo, já não pode conquistar mais nada e que, sem nada para se querer tanto, já não se poder ser tão feliz. Que o que aconteceu com aquela mulher incrível dentro dela é que ela se perdeu na sombra do próprio amor egoísta, e já não tinha mais nada a oferecer de personalidade.
O tempo passou pros dois. Que bom que o tempo passou...
As pessoas passam a vida inteira tendo medo de morrer, tendo mais medo ainda de amar e guardando para si tudo o que de ruim acontece para depois, então, se culparem por não terem sido felizes o suficiente.
Que bom que o tempo passou, então... Voltei! E percebi que dei pra pensar que, com os anos, alguns sentimentos de outrora se tornaram estranhos. A leveza de muitas coisas foi embora, assim como fomos nós, saindo por todas as portas que não soubemos manter entreabertas. Mas o que eu não entendo é como delimitamos o limite da verdade, onde fica mesmo a linha imaginária que dá um basta no querer? Por que será é sempre o outro lado é o que se pode, é o certo?
A vida continua engraçada...
[Só porque chorei novamente ao assistir "O Diário de Bridget Jones"]
Tem dias em que eu acordo, olho para mim mesma e tenho a incrível sensação de estar perdida na minha própria insanidade, aquela que eu enxergo mas que nunca consigo controlar.
Quando eu te conheci, você fazia parte das melhores horas do meu dia. Eu largava o que quer que fosse, esquecia hora, esquecia compromisso, me arrumava com pressa, ignorava o telefone, porque a única coisa que me importava quando eu conheci você, era que você, em algum momento, pudesse me alcançar.
Mas o mundo deu tantas voltas engraçadas desde o acontecido, e eu não dei risada de quase nada. Fiquei encontrando defeitos em tudo do passado, para ver se no futuro melhorava. Isso vinha de dentro de mim, mas não era meu.
Parecia-me que existia algo mais forte que eu e que o meu senso de certo ou errado, que me fez procurar diferentes maneiras nas quais eu não via nada errado, só pra provar para mim mesma que eu poderia e ainda saberia viver sem você, caso eu quisesse.
Porque, mesmo que aquilo parecesse mais um segredo nosso, todo mundo sabia que meu coração era seu. Todos sabiam que eu estava apaixonada. Porque a paixão não é nada silenciosa, não sabe falar baixo, querer devagar, gostar de pouquinho em pouquinho. A paixão era surda, cega e doida – porque foi a primeira -, tanto que me levou pra um mundo que a única referência era você.
Naquela época, eu esqueci que sonhos e desejos só são bons, quando continuam nesse status de sonho e desejo. Descobri que sonhos não duram para sempre, porque quando um se realiza, a gente já sonhou mais três vezes depois do último.
Eu fiz tanta besteira, já.
O que acontece quando a gente ama mais alguém além da gente mesmo?! E isso deu medo porque, por mais seguro que parecesse na época, apareceu aquela sensação de ter perdido muita coisa, de ter desperdiçado tempo, tanto detalhe e, no fundo, dá um puta medo de não superar mais isso.
Mas hoje é tão diferente. Foi lá que eu me dei conta... Mas e o meu amor? Não aquele que fiz ser meu, mas o meu mesmo, por mim? Parece que virei adulta demais pra acreditar no meu amor inabalável por mim porque agora eu vejo com olhos mais críticos as burradas que eu mesma faço e, ao invés de gostar mais de mim, eu só me julgo.
No final das contas, quando se tem tudo, acaba-se ficando meio que sem nada.
E o que eu não percebi lá – e agora me arrependo – é que alguém sem sonhos, é alguém que já morreu. Que alguém que já tem tudo, já não pode conquistar mais nada e que, sem nada para se querer tanto, já não se poder ser tão feliz. Que o que aconteceu com aquela mulher incrível dentro dela é que ela se perdeu na sombra do próprio amor egoísta, e já não tinha mais nada a oferecer de personalidade.
O tempo passou pros dois. Que bom que o tempo passou...
As pessoas passam a vida inteira tendo medo de morrer, tendo mais medo ainda de amar e guardando para si tudo o que de ruim acontece para depois, então, se culparem por não terem sido felizes o suficiente.
Que bom que o tempo passou, então... Voltei! E percebi que dei pra pensar que, com os anos, alguns sentimentos de outrora se tornaram estranhos. A leveza de muitas coisas foi embora, assim como fomos nós, saindo por todas as portas que não soubemos manter entreabertas. Mas o que eu não entendo é como delimitamos o limite da verdade, onde fica mesmo a linha imaginária que dá um basta no querer? Por que será é sempre o outro lado é o que se pode, é o certo?
A vida continua engraçada...
15 de janeiro de 2010
Mais uma vez!
"(...)Acenda a luz, quero ver-te bem. Me traga respostas de onde você vem. Não peça desculpas, eu te espero acordada... Seguindo seus passos ao longo da estrada!"
[Thaís Uemura... Sempre palavras sábias!]
Senti a necessidade de escrever.
É um ótimo jeito de colocar para fora tudo isso que está engasgado na garganta faz quase um ano.
Não me bastou escrever apenas e-mails (claro, todos com certa censura. O momento pedia... Por isso, eles não sanaram minha "sede" de falar!).
Há quase 4 anos, vi minha vida mudar...

Ver nascer a minha pequena, mudou tudo. Me transformou numa pessoa muito melhor, menos egoísta. Ela me ensinou tanta coisa, me deu um amor incondicional, sincero e ela tão pequena, ainda.
Mas agora sinto um vazio imenso. Sem ela, falta um pedaço em mim.
Agora chega mais um. Está perto... Talvez não o conheça. Pelo menos por agora.
Ele, pro enquanto, não vai entender nda disso. Mas talvez nem saiba que eu existo. E isso dói. Incomoda. Machuca. Traz à tona tudo como foi da primeira vez: os olhinhos pequenos da princesa da titia, abrindo devagarzinho por causa da claridade tão intensa, mas o olhar sincero de uma criança, que não te conhece, mas que se sente segura no calor dos seus braços.
Estou, nesse momento, revivendo a emoção toda da primeira vez...
É que quando ela foi, levou uma parte de mim. Levou meu coração. Ela tem meu coração. E quando ela foi, eu fiquei. E aí me dá vontade de não sentir nada, a sentir isso. Porque sabendo que ela está perto e não pode estar comigo, me faz mais triste ainda.
Foi a partir dessas lembranças, que me fez ser um pouco mais forte a cada dia.
Perceber que a vida é mesmo muito frágil... Que algumas pessoas vão mesmo tentar nos machucar, mas isso tem uma razão: É por falta de coragem de analisar a si próprio que as pessoas procurem atacar os outros, procurem os erros nos outros e analisar o comportamento dos outros, aquilo que não os pertence e nunca vai pertencer!
É nesse sentido que procuro melhorar a cada dia... Saber que é melhor criar uma estrutura mais firme, para que a construção seja mais sólida na próxima vez.
Eu desejo que meu pequeno, meu príncipe chegue com muita saúde, proque a titia aqui (e pela segunda vez...) vai estar sempre torcendo por ele, mesmo que não o conheça, mesmo que ele não saiba quem eu sou.
"Não podíamos enxergar tudo, já que era a incerteza do muito que nos confortava um pouco.
Que passem, então, os momentos difíceis também. Mas sabendo que o amor continua o mesmo, que a saudade só aumenta. E a gente espera...
Porque viver e ver acontecer é tão bom, apesar de tudo isso, que mesmo no dia mais difícil de muitos, de tantos,de outros, não consigo entender o mal que os outros tentam causar em nós!"
Escrever é tão bom, às vezes...
"Nada, jamais, substituirá um companheiro perdido. Ninguém pode recriar velhos companheiros. Nada vale o tesouro de tantas recordações comuns, de tantas horas más vividas juntos, de tantas desavenças, de tantas reconciliações, de tantos impulsos afetivos. Não se reconstroem essas amizades. Seria inútil plantar um carvalho, na esperança de ter, em breve, o abrigo de suas folhas. Assim vai a vida. A princípio enriquecemos. Plantamos durante anos, mas os anos chegam em que o tempo destrói esse trabalho, arranca essas árvores. Um a um, os companheiros nos tiram suas sombras. E aos nossos lutos mistura-se então a mágoa secreta de envelhecer..."
(Terra dos Homens - Antoine de Saint-Exupéry)
[Thaís Uemura... Sempre palavras sábias!]
Senti a necessidade de escrever.
É um ótimo jeito de colocar para fora tudo isso que está engasgado na garganta faz quase um ano.
Não me bastou escrever apenas e-mails (claro, todos com certa censura. O momento pedia... Por isso, eles não sanaram minha "sede" de falar!).
Há quase 4 anos, vi minha vida mudar...

Ver nascer a minha pequena, mudou tudo. Me transformou numa pessoa muito melhor, menos egoísta. Ela me ensinou tanta coisa, me deu um amor incondicional, sincero e ela tão pequena, ainda.
Mas agora sinto um vazio imenso. Sem ela, falta um pedaço em mim.
Agora chega mais um. Está perto... Talvez não o conheça. Pelo menos por agora.
Ele, pro enquanto, não vai entender nda disso. Mas talvez nem saiba que eu existo. E isso dói. Incomoda. Machuca. Traz à tona tudo como foi da primeira vez: os olhinhos pequenos da princesa da titia, abrindo devagarzinho por causa da claridade tão intensa, mas o olhar sincero de uma criança, que não te conhece, mas que se sente segura no calor dos seus braços.
Estou, nesse momento, revivendo a emoção toda da primeira vez...
É que quando ela foi, levou uma parte de mim. Levou meu coração. Ela tem meu coração. E quando ela foi, eu fiquei. E aí me dá vontade de não sentir nada, a sentir isso. Porque sabendo que ela está perto e não pode estar comigo, me faz mais triste ainda.
Foi a partir dessas lembranças, que me fez ser um pouco mais forte a cada dia.
Perceber que a vida é mesmo muito frágil... Que algumas pessoas vão mesmo tentar nos machucar, mas isso tem uma razão: É por falta de coragem de analisar a si próprio que as pessoas procurem atacar os outros, procurem os erros nos outros e analisar o comportamento dos outros, aquilo que não os pertence e nunca vai pertencer!
É nesse sentido que procuro melhorar a cada dia... Saber que é melhor criar uma estrutura mais firme, para que a construção seja mais sólida na próxima vez.
Eu desejo que meu pequeno, meu príncipe chegue com muita saúde, proque a titia aqui (e pela segunda vez...) vai estar sempre torcendo por ele, mesmo que não o conheça, mesmo que ele não saiba quem eu sou.
"Não podíamos enxergar tudo, já que era a incerteza do muito que nos confortava um pouco.
Que passem, então, os momentos difíceis também. Mas sabendo que o amor continua o mesmo, que a saudade só aumenta. E a gente espera...
Porque viver e ver acontecer é tão bom, apesar de tudo isso, que mesmo no dia mais difícil de muitos, de tantos,de outros, não consigo entender o mal que os outros tentam causar em nós!"
Escrever é tão bom, às vezes...
"Nada, jamais, substituirá um companheiro perdido. Ninguém pode recriar velhos companheiros. Nada vale o tesouro de tantas recordações comuns, de tantas horas más vividas juntos, de tantas desavenças, de tantas reconciliações, de tantos impulsos afetivos. Não se reconstroem essas amizades. Seria inútil plantar um carvalho, na esperança de ter, em breve, o abrigo de suas folhas. Assim vai a vida. A princípio enriquecemos. Plantamos durante anos, mas os anos chegam em que o tempo destrói esse trabalho, arranca essas árvores. Um a um, os companheiros nos tiram suas sombras. E aos nossos lutos mistura-se então a mágoa secreta de envelhecer..."
(Terra dos Homens - Antoine de Saint-Exupéry)
3 de janeiro de 2010
Nada de clichês...
'Eu levo essa canção de amor dançante pra você lembrar de mim, seu coração lembrar de mim... Na confusão do dia-a-dia no sufoco de uma dúvida, na dor de qualquer coisa. É só tocar essa balada de swing inabalável que é o oásis do amor. Eu vou dizendo na sequência bem clichê: eu preciso de você!'
[Skank, pra lembrar velhos tempos!]

Bastaram 5 dias no final do ano para que eu fizesse um balanço de todos os outros 360 dias.
Um resumo rápido descreve 2009: Passei no vestibular. Finalmente descobri o meu lugar e era exatamente onde eu queria estar. Distante da minha bebê (e já vai fazer um ano, saudade que não acaba mais). Publiquei uma matéria numa revista (é tão bom quando nosso trabalho é reconhecido). Um ano do maior susto da minha vida. Conheci pessoas incríveis. Descobri falsos moralistas. Vi que certas pessoas nem eram tão importantes assim, e que simplesmente não se importam. Descobri que dormir é luxo... Passei mais horas acordadas, que dormindo... Perdi vários finais de semana na loucura da faculdade. Aprendi a valorizar o tempo. Passei a apreciar o silêncio (principalmente aquele depois das 2h da manhã que não tem mais ninguém acordado, só você). Entendi o verdadeiro sentido da FAMÍLIA. Mais um especial do Roberto Carlos (HAHAHAHA). Vi uma lenda do pop passar dessa para uma melhor. Vi uma banda que eu adorava acabar. E terminei o ano bem...
Bastaram 5 dias para que eu visse coisas estranhíssimas na praia e quisesse escrever um livro sobre todas as bizarrices. Dias que serviram para descansar, colocar a cabeça no lugar, conhecer pessoas ótimas, dar muita risada sem motivo aparente.
E chegou o Ano Novo. Nada daquelas velhas promessas que a gente faz e nunca cumpre... Tinha resolvido fazer tudo diferente esse ano... Como realmente foi!
Parece que começou bem... Assim como terminou.
Eu nunca sei se comemoro o fim de um ano, ou o começo de outro. Ou os dois. Não sei se fico feliz e aliviada pelo que vai embora, ou feliz e entusiasmada por aquilo que vai chegar, que ainda é incerto.
Sem aquele velho clichê de "Ano Novo, Vida Nova". Não tem nada de novo, só um ano novo, mas com a mesma vida. O que muda é como eu vou decidir encarar as coisas daqui pra frente. Como vou encarar os novos desafios, quais vão ser as escolhas.

É só mais um ano. São só mais 365 dias que estão nas nossas mãos.
Dias em que ainda vamos muito ouvir falar de um dos maiores problemas da atualidade: o aquecimento global e seus desdobramentos. Na tão famosa sustentabilidade. Nos escândalos políticos. A Copa do Mundo na África do Sul. Nas eleições em outubro. Enfim... O novo que nem é tão novidade assim! (Sem ironias...)
'Em paz com a vida e o que ela me traz. Na fé que me faz otimista demais!'
[O rei acertou nessa...]
Muito satisfeita com o que a vida me traz. Acho que é tudo de acordo com um plano.
E acho, também, que Deus nunca dá uma carga maior daquilo que nós podemos suportar.
Mas sempre otimista demais!
Feliz 2010. Sucesso e realizações!
[Skank, pra lembrar velhos tempos!]

Bastaram 5 dias no final do ano para que eu fizesse um balanço de todos os outros 360 dias.
Um resumo rápido descreve 2009: Passei no vestibular. Finalmente descobri o meu lugar e era exatamente onde eu queria estar. Distante da minha bebê (e já vai fazer um ano, saudade que não acaba mais). Publiquei uma matéria numa revista (é tão bom quando nosso trabalho é reconhecido). Um ano do maior susto da minha vida. Conheci pessoas incríveis. Descobri falsos moralistas. Vi que certas pessoas nem eram tão importantes assim, e que simplesmente não se importam. Descobri que dormir é luxo... Passei mais horas acordadas, que dormindo... Perdi vários finais de semana na loucura da faculdade. Aprendi a valorizar o tempo. Passei a apreciar o silêncio (principalmente aquele depois das 2h da manhã que não tem mais ninguém acordado, só você). Entendi o verdadeiro sentido da FAMÍLIA. Mais um especial do Roberto Carlos (HAHAHAHA). Vi uma lenda do pop passar dessa para uma melhor. Vi uma banda que eu adorava acabar. E terminei o ano bem...
Bastaram 5 dias para que eu visse coisas estranhíssimas na praia e quisesse escrever um livro sobre todas as bizarrices. Dias que serviram para descansar, colocar a cabeça no lugar, conhecer pessoas ótimas, dar muita risada sem motivo aparente.
E chegou o Ano Novo. Nada daquelas velhas promessas que a gente faz e nunca cumpre... Tinha resolvido fazer tudo diferente esse ano... Como realmente foi!
Parece que começou bem... Assim como terminou.
Eu nunca sei se comemoro o fim de um ano, ou o começo de outro. Ou os dois. Não sei se fico feliz e aliviada pelo que vai embora, ou feliz e entusiasmada por aquilo que vai chegar, que ainda é incerto.
Sem aquele velho clichê de "Ano Novo, Vida Nova". Não tem nada de novo, só um ano novo, mas com a mesma vida. O que muda é como eu vou decidir encarar as coisas daqui pra frente. Como vou encarar os novos desafios, quais vão ser as escolhas.

É só mais um ano. São só mais 365 dias que estão nas nossas mãos.
Dias em que ainda vamos muito ouvir falar de um dos maiores problemas da atualidade: o aquecimento global e seus desdobramentos. Na tão famosa sustentabilidade. Nos escândalos políticos. A Copa do Mundo na África do Sul. Nas eleições em outubro. Enfim... O novo que nem é tão novidade assim! (Sem ironias...)
'Em paz com a vida e o que ela me traz. Na fé que me faz otimista demais!'
[O rei acertou nessa...]
Muito satisfeita com o que a vida me traz. Acho que é tudo de acordo com um plano.
E acho, também, que Deus nunca dá uma carga maior daquilo que nós podemos suportar.
Mas sempre otimista demais!
Feliz 2010. Sucesso e realizações!
Assinar:
Postagens (Atom)
Coincidências significativas
"[...] Maybe I should leave To help you see Nothing is better than this And this is everything we need" [Adele, nesta versão aqui ...
-
" 'Cause certain things burn just when we're hanging on for dear life." Outro dia, ouvindo um podcast (que eu não vou lem...
-
'Dos olhos caiam uma chuva em pleno verão Em casa faltava até água e chovia unção Maior que o temporal é a fé que habita em mim Um venda...