22 de agosto de 2009

Será recomeçar...

"(...)I found a way to let you in but I never really had a doubt. Standing in the light of your halo... I got my angel now!"
[Que seja eterno enquanto dure... Como sempre foi dito!]

Hoje, depois de tomar um "choque" (aqueles de quase cair pra trás), percebi como a vida é efêmera! Como nossa vida é curta...
Percebi como devemos aproveitar tudo que a vida tem a nos dar, dar nosso melhor sempre, e buscar o melhor nos outros!
Sempre deixar quem amamos, com uma palavra de carinho, um "eu te amo"...
É duro quando a vida resolve nos tirar o bem tão precioso que temos ao nosso lado...
É assim que descobrimos que nada é eterno e o que fica são só lembranças. Doloroso , muitas vezes, mas a nossa vida segue. Acredito que tudo isso seja uma missão... Nós temos que tentar cumpri-la da melhor maneira possível, buscando felicidade. E, assim, teremos a nossa paz!


Não me prolongo mais. Só deixo aqui meus sentimentos à uma amiga tão querida, e que precisa de muita força e fé!
Amigos são para as horas ruins também! Estamos juntas!


"- Os homens? Eu creio que existem seis ou sete. Vi-os faz muito tempo. Mas não se pode nunca saber onde se encontram. O vento os leva. Eles não têm raízes. Eles não gostam das raízes."
(Trecho do livro "O Pequeno Príncipe")

13 de agosto de 2009

E depois?!

"(...)o que é meu não se divide, nem tão pouco se admite quem do nosso amor duvide! Até a lua se arrisca num palpite, que o nosso amor existe forte ou fraco, alegre ou triste!"
[Elis... Fala por si só!]


Aquilo que faz parte da nossa essência, quando desmorona, não se levanta a menos que seja com remendos.


Uma essência recheada de crenças. Verdades minhas, que ninguém tira!
Eu, desde pequena, era convicta sobre certas coisas.
Um exemplo... Quando chovia, realmente, acredita que Deus estava lavando o chão da casa dele; e quando trovejava, ele estava arrastando os móveis - coisas que minha mãe dizia, e eu acreditava!
Isso que eu disse serve só de base para dizer que, ao longo da minha vida, minhas crenças foram depositadas naquilo que pessoas, nas quais eu confiava cegamente, me diziam. Disso tudo vem minha teoria: Se essas pessoas são de tamanha confiança, o que me diziam, seria extremamente confiável, verdadeiro, indigno de julgamentos.

Mas a vida nos mostra que aqueles que nos amam, mesmo cheios de boas intenções e cuidados, podem se enganar também.
Mas como pessoas, humamos, somos todos passíveis de erro. Que somos imperfeitos... Isso é parte da natureza. Quem nunca errou tentando acertar? Quem nunca se equivocou ao fazer escolhas?

Segundo o Dicionário Aurélio, Crença é Ação de crer na verdade ou na possibilidade de uma coisa. Convicção íntima. Opinião que se adota com fé e convicção.
Qualquer ser humano gosta de estar certo, sempre. Quer sempre ter razão... E aí entra o embate de crenças e opiniões. As divergências. Mas sempre acreditamos que acertamos na escolha delas. É por essas e outras razões que me pergunto, se em algum momento, falhamos, escolhemos errado e se não nos enganos em crer em tudo aquilo que cremos antes?!

Mas, ao longo da vida, aprendi que minhas crenças não têm o poder de modificar a realidade. Pra mim, que pareciam ser verdadeiras, que me traziam segurança; para outros, era um simples palpite, eram apenas crenças.
Mas e aí como é que ficam minhas crenças?! Comigo mesmo. Estando certa de que posso abrir mão delas quando se mostrarem falsas e incorretas; ou permanecer com elas, convicta, mas não ser alienada.


Eu acreditei em muita coisa: Acreditei que todos eram bons, sempre. Que nunca alguém poderia me decepcionar. Que eu ia ser a filha menor sempre. Que eu seria uma desenhista, uma escritora, uma professora e, por fim, uma jornalista (acredito nisso cegamente, hoje!). Acreditei em todas as minhas teorias. Acreditei que certas coisas durassem pra sempre...
Mas esse é um mundo cheio de encantos e desencantos. Dores... E a lição mais importante que se tira disso tudo e que hoje, eu acredito com todas as minhas forças,
é que nosso maior inimigo somos nós mesmos. Nós que podemos acreditar em algo, realizar algo e, ao mesmo tempos, podemos destruir, machucar. Isso acontece a partir de nossas crenças, e como vamos usá-las!

8 de agosto de 2009

E pouco eu não quero mais!

"(...)Veja, a qualidade está inferior. E não é a quantidade que faz a estrutura de um grande amor! Simplesmente seja o que você julgar ser o melhor, mas lembre-se que tudo o que começa com muito pode acabar muito pior!"
[Maria Rita sempre cantando e encantando!]

...Era hora de dizer bom dia!
Hora de colocar toda sua ira, e seus brados incansáveis para fora, até para aqueles que não queriam escutar.
Mas pulsava todo aquele ego constrangido, retraído, todas as mágoas amenizadas, e todas as fraquezas que só aparecem quando todas as forças se esgotam.
Era tempo de enfrentar minhas dúvidas, agir de acordo com meus princípios e condizer com minhas verdades! Teria bons sonhos...

Quando não há limite entre a loucura da mente insana e a sanidade de uma mente tranquila, tudo é insano, loucura. Porque loucos são os outros. Nós, apenas diferentes!
Porque, a única certeza que temos é a que fazemos a diferença na vida de alguém. Tornamos a vida de alguém mais bonita, de que nossa essência é deixada ali também. Valores, caráter, levamos tudo e deixamos tudo, também: aceitei tornar tudo meu, quando percebi que estaria perdendo muita coisa ao negar tudo isso.

Perguntou, tanta e tantas vezes, onde estaria nossa felicidade. Mas percebi que você já estava em busca dela. Ou melhor, da sua.
Meu peito guarda o mundo... Talvez tenha deixado ali algumas palavras!

5 de agosto de 2009

Dois pontos (e um ponto final) ... Um conto!

"Should I? Could I? Have said the wrong things right a thousand times.If I could just rewind, I see it in my mind. If I could turn back time, you'd still be mine!(...)"
[Bon Jovi... Algumas verdades!]

Apertando o silêncio com força, ela fingiu encontrar uma saída. Bastou uma despedida para as noites se tornarem tão sem graça.
De onde vieram aqueles olhos? Possuía o brilho que ela buscava. Era o susto de cada dia, perguntando do amor que alguém havia dito.
São duas mãos dela pra abraçar esse mundo imenso, dois olhos verdes lindos que guiam seu caminho incerto, dois pés que vão longe, um peito apto para receber amores! Dez dedos que imploram por agarrar sonhos, uma boca que sente sede de gritar.
Alguns dias pra todas as mentiras, algumas horas para todas as verdades, alguns meses para uma viagem, um mês para uma mulher. Bastando um segundo para ela sair de si!


Ela nunca foi nada do que sempre pensou... Muitas vezes até pior daqueles que ela sempre julgou. Sempre vive fugindo das decisões, mente para tornar fracas algumas dores, mente para não ser foco de atenção,acaba mentindo pra ela, sem piedade.
Não sabe metade daquilo que ela fala. Argumenta, argumenta, argumenta, num discurso impecável, convencendo ser uma pessoa amável.
Contando sempre com a sorte, convencer-se que é forte. O choro que fica preso e sempre se esconde.
De uma firmeza inabalável, só restou a fraqueza, de lágrimas que começaram a escorrer, tímidas.

Pediu perdão por nunca poder ser o abrigo necessário, se suas palavras não mais faziam tanto sentido, e não foi a melhor amiga!
Mas deixa, que logo se levantaria novamente, sem admitir nenhuma derrota. Resistindo, mesmo que pequena, mas com tudo valendo a pena!

"As reticências são os três primeiros passos do pensamento que continua por conta própria o seu caminho."
Mário Quintana

Coincidências significativas

"[...] Maybe I should leave To help you see Nothing is better than this And this is everything we need" [Adele, nesta versão aqui ...