8 de agosto de 2009

E pouco eu não quero mais!

"(...)Veja, a qualidade está inferior. E não é a quantidade que faz a estrutura de um grande amor! Simplesmente seja o que você julgar ser o melhor, mas lembre-se que tudo o que começa com muito pode acabar muito pior!"
[Maria Rita sempre cantando e encantando!]

...Era hora de dizer bom dia!
Hora de colocar toda sua ira, e seus brados incansáveis para fora, até para aqueles que não queriam escutar.
Mas pulsava todo aquele ego constrangido, retraído, todas as mágoas amenizadas, e todas as fraquezas que só aparecem quando todas as forças se esgotam.
Era tempo de enfrentar minhas dúvidas, agir de acordo com meus princípios e condizer com minhas verdades! Teria bons sonhos...

Quando não há limite entre a loucura da mente insana e a sanidade de uma mente tranquila, tudo é insano, loucura. Porque loucos são os outros. Nós, apenas diferentes!
Porque, a única certeza que temos é a que fazemos a diferença na vida de alguém. Tornamos a vida de alguém mais bonita, de que nossa essência é deixada ali também. Valores, caráter, levamos tudo e deixamos tudo, também: aceitei tornar tudo meu, quando percebi que estaria perdendo muita coisa ao negar tudo isso.

Perguntou, tanta e tantas vezes, onde estaria nossa felicidade. Mas percebi que você já estava em busca dela. Ou melhor, da sua.
Meu peito guarda o mundo... Talvez tenha deixado ali algumas palavras!

2 comentários:

Bia Backes disse...

Uma vez alguém me disse: "O normal é ser louco". E essa loucura se manifesta em quase todas as nossas ações, deixando marca na loucura dos outros.
Pois é, fazemos parte e marcamos a vida de pessoas importantes para nós - com a nossa loucura.

òtimo texto, Mari!

Beijos

Julio Cezar Pacheco disse...

A busca felicidade é constante na história da humanidade, e com ela qas duvidas do que fazer ou nao.
A loucura nao deve ser questionada, mas aceita. A loucura acontece, algumas vezes, nas melhores intençoes possiveis.
"Tristeza nao tem fim. Felicidade sim."

belo pos mari! cada dia melhor! escreve um livro!

Às vezes, eu falo por metáforas

"Socorro, alguém me dê um coração Que esse já não bate nem apanha Por favor! Uma emoção pequena, qualquer coisa! Qualquer coisa que se ...