23 de junho de 2011

O problema é comigo!

‎'See how I'll leave with every piece of you... Don't underestimate the things that I will do! (...) Could have had it all rolling in the deep. You had my heart inside of your hand but you played it with a beating!'
[Adele para o feriado...]


Eu nunca soube ler sinais. Acho que agora não seria diferente...

Mas basta acontecer de novo, e eu já não sei mais como agir. Quantos pontos eu coloco no final de uma frase? Três pontinhos exigem demais do receptor, exigem uma resposta, mas a ideia fica sem conclusão, aberta às novas possíveis interpretações. Ponto final é ruim, grosseiro, corte seco. Ponto de exclamação é muito, muito mesmo. Se não colocar ponto, o pensamento fica mesmo sem conclusão.

E o modo de agir? E as risadas? Risada curta e tímida, você está prestando atenção, mas pensando demais nele. Uma risada escancarada, é que você não está nem aí, ou melhor, fingindo não estar nem aí, porque não para de pensar nele, mas ele não pode saber disso. Quanta angústia!

Mas eu recebo um jeito de falar que acalma tanto o coração... E sempre tive um amor que não se dissolve.

Tudo se repete. Quem vai mudar o final?

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Coincidências significativas

"[...] Maybe I should leave To help you see Nothing is better than this And this is everything we need" [Adele, nesta versão aqui ...