1 de novembro de 2011

Menos, por favor.

"(...)But there's a side, to you, that I never knew, never knew. All the things you'd say, they were never true, never true, and the games you'd play, you would always win, always win."
[Querendo atitudes ao invés de palavras!]

Lembra-se dela há um ano? Feliz com os últimos acontecimentos. Ria. Queria que todos soubessem, não saía do lado do telefone um minuto, ansiosa por uma ligação que fosse. As escolhas já não eram mais dela, a cabeça já estava confusa.

Ironia. Dor no estômago, coração na mão, olhos marejados. Olhava para ela com olhos de adoração, de vontade e curiosidade. Quis tanto que a sufocou. Assustou. Sentimento de posse. Machucava. Era muito.

Lembra? Era muito. Explicação plausível.

A cena se repete. Mas queria menos, bem menos. Sonho de serem menos. Realização que chega sem inveja, devagar, com verdade. Falar menos, por favor. Atitudes. Menos ego. Quer paz.

É só vontade de ser feliz. Sem achar que dois é muita coisa. Já que faz tanto e o tanto não é nada e dois menos ainda.

Menos. Em silêncio. Só dois.

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Eu ainda quero te contar!

"Me traz o teu sossego Atrasa o meu relógio Acalma a minha pressa Me dá sua palavra Sussurra em meu ouvido Só o que me interessa" ...